Teorias da Conspiração: Despertador ou Nova Prisão?

(Material Zingdad)
Na quarta parte do Capítulo 10 dos Documentos da Ascensão, de Zingdad. O tema central dessa conversa com o guia espiritual 8 gira em torno de algo que frequentemente nos desafia quando olhamos para o mundo lá fora: as Manifestações do Mal.
O capítulo aborda várias faces do mal, mas hoje o foco será nas pessoas que dispostas a cometer atrocidades e genocídio por poder, riqueza ou conveniência política.
Para ilustrar como esse jogo funciona no nosso mundo, analisaremos duas personagens fictícias no texto:
João, o teórico da conspiração, tentando processar seus traumas, como o 11 de setembro, e caindo na armadilha do ódio, da separação e do julgamento.
E Max, um Indivíduo Superpoderoso (ou ISP) da elite invisível que enxerga nações, corporações e economias como peças de um tabuleiro de xadrez, alimentando o endividamento e os conflitos globais apenas para expandir seu controle.
Mas o objetivo aqui não é fazer uma análise geopolítica ou conspiratória. O coração da mensagem do mestre 8 é um chamado revolucionário para a nossa espiritualidade. Entenderemos por que não existe uma verdade objetiva fixa fora de nós. Assim, todas as histórias dramáticas do mundo, a luz e as sombras, são na verdade dispositivos e cenários que nós escolhemos vivenciar.
O motor que mantém esse sistema funcionando é a dinâmica entre vítima e agressor. Enquanto escolhermos o papel de vítima, daremos poder aos agressores para que o jogo continue.
Por isso, a conversa de hoje é um despertador pra quem já é desperto. É um convite direto para que você atinja o fundo do poço no vício do estado de vítima, recupere o seu poder pessoal e entenda que a história lá fora importa menos do que a sua verdade subjetiva interna e o que você escolhe criar a partir dela. É hora de assumir a responsabilidade, acordar e descobrir que você realmente é um mestre e um cocriador.
Se você já chegou no fundo do poço das teorias conspiratórias e quer entender como libertar a sua energia para finalmente ascender, você não precisa caminhar sozinho/a. Se você sente o chamado para aprofundar esses conceitos, debater essas ideias e caminhar ao lado de pessoas que também buscam a expansão da consciência, convido você a fazer parte dos nossos Grupos de Estudo, que se reúnem semanalmente às terças-feiras 20h30. É um espaço de troca, aprendizado e acolhimento. Confira os detalhes em: https://www.akashemoto.com.br/estudo
Z: Mas e as experiências indiretas? Tipo... E todas as coisas que acontecem "lá fora" no mundo? Muitas coisas ruins acontecem neste planeta. Estou muito ciente delas, apesar de não me afetarem diretamente. Você pode me ajudar a encontrar uma perspectiva saudável para liberar e largar disso?
8: Essa parece a deixa perfeita para a terceira parte desta conversa:
Manifestações do Mal
Não olharemos todas as manifestações do mal, pois uma lista completa ocuparia muito mais páginas do que você seria capaz de digitar. Limitaremos nossa abordagem às preocupações que você mencionou na abertura deste capítulo, que foram:
1. Pessoas dispostas a cometer genocídio por poder, riqueza ou conveniência política
2. Terroristas
3. Pessoas que estuprariam ou abusariam de mulheres e crianças
4. Demônios e possessão demoníaca
5. Lúcifer, Satanás e o Diabo
Falarei sobre cada uma dessas questões e, quando terminar, você poderá liberar suas preocupações sobre elas.
[Nota: neste texto, abordaremos apenas o primeiro item. Os demais itens estarão nos texto seguintes]
E aí você também estará disposto a entender que realmente...
"Se existe o mal, então é uma oportunidade para aprender sobre o amor."
Independentemente do contexto. Você está receptivo?
Z: Claro! Vamos em frente.
8: Tudo bem então.
A primeira manifestação do mal que você queria saber era:
Pessoas dispostas a cometer genocídio por poder, riqueza ou conveniência política
Falaremos sobre essas pessoas, continuando de onde paramos sobre o salvador. Lembra que eu disse que muitos ainda não terminaram o drama da vítima?
Z: Sim.
8: Bem, a grande maioria das pessoas em seu planeta ainda está profundamente envolvida no estado de vítima. E praticamente todo mundo que você conhece no dia a dia está, de uma forma ou de outra, encenando simultaneamente uma série de dramas de vítima em suas vidas.
Isso é certo e apropriado porque é para isso que eles vieram a este planeta. Em um nível de alma, eles escolheram vir aqui e sabiam que teriam essas experiências com essas escolhas.
Z:... e por isso não devemos resgatá-los. Entendo.
8: Vamos em frente, pois estou levantando outro ponto agora. Não só você não deve tentar resgatá-los, mas também deve permitir que eles realmente precisem de um agressor. Se você se sentar de um dos lados de uma gangorra, precisará de alguém do outro lado, pois é a única maneira de fazer o brinquedo funcionar. Bem, da mesma forma, vítima e agressor precisam um do outro. Um sem o outro não gera movimento. E até que cada ser esteja pronto para finalmente liberar toda sua experiência de vítima, eles ainda precisarão de agressores. Até que decidam de forma poderosa e final, no nível de alma, eles não conseguirão deixar este jogo e ir para outro, talvez mais gentil e amoroso. Até que cada um de vocês tenha dominado tanto a escuridão quanto a luz de suas próprias almas, vocês não serão seus próprios mestres. E apenas os mestres ascendem.
Assim, os agressores são necessários para permitir que as vítimas experimentem e explorem a si mesmas e para fornecer as escolhas que as vítimas precisam para se recriarem de novo e de novo, até chegarem na auto maestria.
Z: Entendi. Mas como isso se aplica às pessoas que cometeriam genocídio?
8: O que acabei de dizer vale para todas as relações vítima/agressor. Mas, tudo bem, entremos nos detalhes de quem comete genocídio por conveniência.
Que tal usar um exemplo bem presente em sua consciência planetária - uma questão altamente emotiva, espinhosa e muito debatida? Que tal usar o exemplo do ataque de 11 de setembro ao World Trade Center?
(Nota de Zingdad: escrevi sobre isso pela primeira vez alguns anos após o ataque de 11 de setembro, mas o assunto ressurgiu naquele momento, quando a "história oficial" das agências governamentais era fortemente questionada. Vários buracos nas explicações foram questionados e áreas obscuras ainda chamavam a atenção. Embora com o tempo novos "tópicos quentes" tenham ido e vindo, o que realmente aconteceu no 11 de setembro, como os três edifícios caíram e quem estava por trás de tudo, nunca foi resolvido de forma satisfatória. Por isso, 8 e eu decidimos continuar com este exemplo na terceira edição.)
Z: Vixe! Essa certamente é uma questão muito controversa para muitos aqui na Terra. Mas é terrorismo e pensei que falaríamos sobre genocídio.
8: Eu sei. Não costumo perder minha atenção. Se você estivesse prestando atenção, lembraria que falávamos realmente sobre as pessoas que cometeriam genocídio. Se você quiser entendê-las e como e por que agem assim, precisará entender que o genocídio em si é apenas uma de suas ações. É realmente apenas uma página em uma história muito maior. E se for para contá-la, então é melhor começar com algo que tenha relação contigo.
A história de João, o teórico da conspiração
Contarei a história de um homem – que chamaremos de João – que perdeu um familiar no chamado "ataque terrorista de 11 de setembro", que possivelmente foi o ataque terrorista mais visível da história da humanidade. Foi filmado de todos os ângulos e mostrado repetidamente na televisão em todo o mundo. João não apenas ficou profundamente magoado com sua perda, mas a maneira como esse ato vil foi apresentado repetidamente inflamou sua dor a ponto de torná-la um ódio profundo.
"Que tipo de demônio sujo e maligno faria isso?" João se perguntava sobre os terroristas. E quase magicamente, em resposta, apareceu na tela de sua televisão a imagem de um homem barbudo de turbante. Disseram que este era o arquivilão, que foi o cérebro maligno por trás de toda a operação. Havia até gravações em que esse homem reivindicou a responsabilidade. E logo depois, João viu mais imagens de outros homens do Oriente Médio na televisão. Os comentaristas da televisão o informaram com autoridade que esses estrangeiros de olhos escuros, com uma religião estrangeira e uma ideologia de ódio, foram os agressores. Finalmente, João tinha um alvo para sua raiva. E a forma como tudo isso foi apresentado fez com que o alvo de seu ódio crescesse de um pequeno punhado de homens para toda uma cultura... para uma religião inteira. Na verdade, João descobriu que agora odiava os residentes de toda uma região geográfica! E quando o presidente de sua nação, com chapéu de cowboy, falou sobre guerra, João se descobriu concordando: Sim, punição! Sim, vingança! Sim, retribuição! João facilmente apoiaria a ideia de ir à guerra contra os terroristas. E até pensou que se não fosse tão velho, ele se voluntariaria. Ele adoraria ir e matar alguns desses "monstros do mal".
E é claro que João não foi o único em seu país, ou mesmo no mundo, a se sentir assim. Este foi um sentimento bastante popular na época.
E então começou a guerra.
Mas muito rapidamente mudou de uma operação clara e cirúrgica para algo enrolado e complexo. E o fervor de João começou a diminuir quando ele leu pela primeira vez sobre "danos colaterais", um termo que significa civis sendo mortos. Veja, João é inteligente o suficiente e seu coração realmente está no lugar certo. E não era isso que ele queria. Ele queria que os terroristas fossem punidos. Não o povo simples, pobre e inocente de uma aldeia em algum país distante. Mas o tempo todo havia essa ideia de pegar o terrorista-chefe. E João foi lembrado repetidamente do homem de turbante que gravou vídeos assumindo a responsabilidade pelo ataque de 11 de setembro. Levá-lo à justiça era uma ideia que João ainda apoiava. E, enquanto João esperava que o principal terrorista fosse levado à justiça, de alguma forma essa guerra se tornou duas. João não sabia direito como. Primeiro caçavam esse arqui-inimigo nas montanhas. Depois procuravam armas de destruição em massa em um país completamente diferente, mas que, segundo a televisão, tinha ligações com os terroristas do 11 de setembro. Traumatizado, com medo e muito zangado, João continuava apoiando o esforço de guerra. "Matem todos eles", pensava.
Mas quanto mais as guerras se arrastavam e mais jovens voltavam em sacos de cadáveres e com membros faltando, mais o fogo arrefecia em João. E cada vez menos parecia uma guerra boa e justa. Primeiro, não havia armas de destruição em massa. Aí ele leu que não havia nenhuma conexão entre os terroristas do 11 de setembro e o segundo país. Então ele começou a suspeitar que havia outra razão para a expansão da guerra. Ele se perguntou se não era apenas sobre petróleo. Ou possivelmente sobre uma vingança entre o líder de seu país e o líder do outro país. E um pouco mais tarde, João encontrou pela primeira vez uma teoria da conspiração que afirmava que todo o ataque de 11 de setembro fora instigado por pessoas de dentro do governo de seu próprio país!
O teórico da conspiração apresentou todo tipo de evidências que apoiavam a alegação de que não foram, afinal, dois aviões que derrubaram os dois arranha-céus, mas que foram, na verdade, poderosos explosivos, colocados dentro dos prédios anteriormente. E ele viu um vídeo mostrando um terceiro prédio sendo demolido sem que nenhum avião batesse nele. A princípio, João rejeitou essas ideias, que eram abomináveis demais. Mas ficou fascinado, porque ele não tinha resposta. Essas ideias dançavam em sua mente. Então ele continuou procurando mais na Internet. E sempre encontrava mais e mais evidências de que, no mínimo, um grupo de pessoas no poder em seu governo trabalhou duro para permitir os ataques com os aviões. Mais e mais evidências de que os edifícios foram realmente destruídos por explosivos. Nunca qualquer prova, mas sempre mais evidências.
Camada sobre camada de acobertamentos. Fatos que não se encaixavam na história oficial. Profissionais de vários setores, como engenheiros, arquitetos, pilotos e assim por diante, todos apresentando perguntas mais investigativas e sem resposta. Todos dizendo que era, literalmente, impossível que as coisas tivessem acontecido de acordo com a história oficial. Todos exigindo a verdade. Todos convencidos de que a história oficial foi fabricada.
João leu que a história oficial foi desmascarada de todos os ângulos e finalmente decidiu por si mesmo que as teorias da conspiração eram verdadeiras. E, assim que abriu a porta, João foi atingido por uma avalanche. Quanto mais fundo na toca do coelho ia, mais informações encontrava. Mais e mais histórias de enganação e acobertamento em todo o globo, voltando na história. Vergonhosas operações secretas sendo conduzidas com, ao que parecia, o conhecimento e a bênção dos líderes de seu país. Assassinatos e mortes, guerras instigadas em terras estrangeiras, armas e equipamentos fornecidos a déspotas e loucos para usar contra seu próprio povo, narcóticos sendo trocados por armas... e assim por diante. Em todos os lugares onde João olhou, encontrou histórias detalhando abusos grosseiros da confiança pública pelos poderosos, escondidos atrás de camadas de mentiras e enganações. E as teorias da conspiração estavam todas interligadas, uma levando à outra. Todos se somando de uma forma bastante repugnante, que explicava por que o mundo era como era. Foi um longo caminho para explicar por que havia tanto ódio no mundo.
E é aí que deixamos João.
Z: Uau, 8. Você mostrou um quadro bastante sombrio. E é tudo verdade? Todas essas teorias da conspiração?
8: Verdade?
Z: Sim, quero dizer, tudo aconteceu como os teóricos da conspiração dizem?
8: (suspirando) Meu querido jovem amigo. Eu sei que é difícil para você entender, mas por favor, tente. Não há verdade objetiva fora de você além de "O UM é", lembra?
Z: Ah sim. Lembro. Mas esse ataque com certeza aconteceu de alguma maneira, não?
8: Não. Você ainda não entendeu. Não existe verdade objetiva nessa ou em qualquer outra história fora de você. Não há. As coisas simplesmente não funcionam assim. Existem perspectivas e probabilidades que todos vocês, dentro deste jogo, estão cocriando. Mas nenhuma versão única é fixa e eternamente válida.
Por isso falei sobre a perspectiva de João e não sobre coisas que "realmente aconteceram". Porque fora de você, de João e de todos os outros neste planeta... Fora de vocês não há nada acontecendo. Fora dos criadores, não há criação.
Portanto, a única coisa com a qual você precisa se preocupar é sua própria experiência subjetiva. E para cada um de vocês é um pouco diferente. Cada um tem uma experiência e uma história ligeiramente diferentes. Então, por favor, preste atenção quando digo que a "história" não é importante. Você acredita que é, mas não é. A história é apenas um mecanismo, um dispositivo, um enredo, que você usa como um veículo para se entender e se criar. E isso é tudo o que importa: descobrir-se, criar-se e recriar-se.
Então ouça! Não importa o que aconteceu ou não. O que importa é como você se sente sobre isso. O que você decide, escolhe e cria como resultado do estímulo externo. O importante é a sua própria realidade interior.
Portanto, existe a sua verdade e, depois, a história que você usa para ajudá-lo a chegar à sua verdade. A história é subordinada. Só é importante enquanto serve ao objetivo principal, que é a sua autodescoberta e autocriação.
Entende?
Z: Entendi. Obrigado, 8. Quero dizer, entendo o que você diz, faz sentido e realmente aprecio. Mas ainda não entendo como não existe uma versão única dos eventos. Como podem existir muitas histórias igualmente verdadeiras?
8: Você chegará lá. Com o tempo, você certamente verá que é assim e só pode ser assim. Por enquanto, voltemos à nossa discussão.
Então, eu repito... existe a história e depois existe a sua verdade. Agora voltemos ao nosso amigo João. Quero falar das experiências subjetivas dele e quero ver como ele agora se cria como resultado delas.
Veja, em última análise, a questão de as teorias conspiratórias serem verdadeiras ou não é irrelevante, sem sentido. Mas na experiência direta, pessoal e subjetiva de João, é uma questão primordial e vital. E se João realmente quiser ser profundamente honesto consigo mesmo, admitirá que não há prova absoluta de nada em nenhuma direção. Ninguém foi capaz de oferecer qualquer tipo de evidência que tornasse qualquer versão da verdade absoluta e indiscutível. Tudo o que ele tem é uma coleção crescente de evidências a partir das quais ele chega às suas próprias conclusões. E se ele for profundamente honesto e também incrivelmente observador, ele perceberá que são suas próprias ideias, crenças e preconceitos que o levaram a coletar essas evidências. Vê? Ele está criando sua realidade sem nem mesmo estar ciente disso. João acredita que está simplesmente observando sua realidade externa. Mas não. Ele está saindo no mundo dele e cuidadosamente filtrando o que observa e, em seguida, criando uma imagem dentro de si mesmo com as peças do quebra-cabeça que escolheu a dedo. Em uma posição inicial ligeiramente diferente, com um conjunto ligeiramente diferente de pressupostos, João teria coletado evidências totalmente diferentes e se apegado a ideias diferentes do que é verdade. E acabaria com uma crença totalmente diferente sobre sua "história".
Sua história.
História.
É tudo ficção. Uma seleção de perspectivas e pontos de vista. Colete perspectivas e pontos de vista diferentes e tudo parecerá totalmente diferente.
Mas a história não importa. O que importa é o que você faz com ela. Como você se sente sobre ela. Porque é assim que você se cria e se descobre. Des-cobrindo. Removendo a cobertura. Expondo-se pelo que você realmente é.
Z: Fantástico, 8! Isso é incrível. Agora estou começando a entender. Então, como João se criou?
8: Bem, veja, João acredita bastante em uma verdade externa sobre os eventos. E, como resultado de sua jornada, ele decidiu que as teorias da conspiração eram verdadeiras em sua maioria. Elas faziam sentido para ele. Ele as via como um reflexo preciso de sua realidade.
E aí? Diante disso, o que João deveria fazer? Como ele deveria responder?
E a resposta, claro, depende inteiramente do que ele realmente quer. Ele deve decidir o que quer e se criará com suas escolhas.
Se quiser, ele pode sair em uma cruzada pela "verdade" para forçar o governo a afrouxar seu controle de aço sobre seus segredos, forçar os poderosos a dizerem a verdade, conhecer e entrevistar quem estava lá no marco zero, encontrar e ver novos vídeos do evento, falar com especialistas, tentar "despertar" seus concidadãos para "a verdade" (enquanto, no geral, eles preferem simplesmente dormir de novo). Ele pode fazer isso. E há muitas versões de João fazendo exatamente isso agora. E não há nada de errado, se é o que ele quer.
Ou ele pode largar isso e desistir, decidir que a máquina é grande demais para enfrentar. Aí ele pode se afastar com um profundo sentimento de desconfiança e desilusão, e substituir a crença de que "as autoridades" devem ser confiáveis por uma crença de que elas são realmente inimigas da humanidade.
Ou ele pode se tornar um ativista político para consertar o sistema por dentro. Ou talvez procurar apoiar alguma voz solitária dentro do sistema, que pareça honesta, tentando obter mais eleitores para essa "pessoa verdadeira" dentro do "sistema de mentiras".
E, claro, há muitas, muitas outras maneiras para João responder. Veja, ele recebe constantemente todos os tipos de opções pelo caminho. Parece que há um milhão de escolhas diferentes. Ele acreditará nesta teoria ou naquela? Ele confiará neste político ou naquele? Ele protestará contra isso ou apoiará aquilo? Ele irá a essa reunião na prefeitura e levantará suas preocupações? Ele perderá a fé o suficiente para levar sua raiva e desconfiança para o subsolo, obter armas e munições e ter reuniões clandestinas com outras pessoas de mentalidade semelhante? Que tal um processo jurídico para forçar os poderosos a dizerem a verdade? Ou ele colocará sua fé no sistema mais uma vez e confiará que se consertará? Que tal apenas votar no candidato "certo" desta vez?
Tantas, tantas escolhas.
Mas veja, isso também é tudo ilusão. Na verdade, há apenas uma escolha: ir mais fundo no jogo da vítima ou sair dele. E todas as opções acima são, na realidade, a mesma escolha: ir mais fundo no jogo. Veja, o jogo nunca mostra outra opção... nunca mostra que você pode sair. Em vez disso, lhe deslumbra com truques de mágica. Você só vê as escolhas que ele quer que você veja e todas são para ir mais fundo. É por isso que é um sistema tão bem-sucedido, que mantém todos jogando o mesmo jogo. Exatamente como deveria ser.
Z: Então você está dizendo que o jogo foi projetado para manter as vítimas jogando e acreditando?
8: Sim. O jogo foi projetado para mostrar apenas as escolhas que o mantêm jogando... ou seja, as escolhas de vítima. E é particularmente bom em oferecer escolhas que vitimizam outras pessoas, que são as melhores para continuar o jogo. Se você for induzido a vitimizar outra pessoa, o jogo funcionará duplamente.
E agora quero falar um pouco sobre o motor das escolhas. Para isso, deixarei João de lado e apresentarei outra pessoa, que chamaremos de Maximiliano, ou Max, para abreviar. Max é o que chamo de "Indivíduo Super Poderoso" ou ISP, para abreviar.
Os indivíduos superpoderosos
Z: O que é um ISP? É o presidente de um país, o dono de uma grande corporação ou o quê?
8: Não, um Indivíduo Super Poderoso seria parte de um número muito pequeno de pessoas que, apesar de ter muito poder em seu mundo, é em grande parte invisível e desconhecido. Max não se veria como cidadão de um país ou outro. Em vez disso, ele veria os países e seus líderes políticos como um meio de administrar ativos. Ele não pertence a um país; os países pertencem a ele! Ele também não pensa em si mesmo como meramente dono de corporações; ele pensa nas corporações como suas ferramentas. Max é uma das poucas pessoas que, coletivamente, são donos de tudo que consideram valer a pena no planeta. Na verdade, a maioria dos ISPs provavelmente acredita que também são donos das pessoas do planeta. E se sentem donos de todos que normalmente seriam considerados poderosos - presidentes, CEOs, reis e cardeais são todos ativos especiais dos ISPs. Os políticos vêm e vão com eleições. Os membros dos conselhos corporativos podem ser destituídos pelos acionistas. Mas o ISP está aí para ficar. Nos bastidores. Despercebido. Intocável.
Se você fosse um deles, teria poderes bastante impressionantes. Se o líder democraticamente eleito de um país não se comportar de acordo com sua vontade, você pode depô-lo, fomentar uma revolta e derrubá-lo ou assassiná-lo - o que quer que sirva a um mundo em conformidade com seus desejos. E, como você controla o fluxo de capital ao redor do mundo, você pode ditar como uma região fica mais rica e outra, mais pobre. Você pode trazer boom econômico e desencadear um colapso financeiro global. Você pode iniciar guerras em escala regional ou mesmo global, ou pode detê-las. Você tem esse tipo de poder.
Z: Então, esses ISPs são os Illuminati?
8: Prefiro não usar o termo "Illuminati", pois gera mal-entendidos. Há um ideia em sua consciência coletiva de que existe uma organização oculta, uma unidade subterrânea sombria e coesa que administra seu planeta. Mas é um entendimento incorreto. Os Indivíduos Super Poderosos não se unem e trabalham harmoniosamente em direção a um objetivo coletivo. Tal organização simplesmente não existe. A organização mais coesa que eles parecem manter é a família. Algumas famílias têm à frente seres extremamente dominadores e poderosos e prosperam porque seus membros se alinham atrás do cabeça. Outras famílias não são tão bem-sucedidas porque são atormentadas por conflitos internos pela liderança. Muitas vezes, famílias formam alianças e trabalham juntas por um tempo. Às vezes, essas lealdades se institucionalizam com o tempo. E os ISPs pertencem e participam de muitos clubes, grupos e reuniões. Mas imaginar todos os Indivíduos Superpoderosos do planeta sentados juntos, conspirando juntos, trabalhando como um, é fundamentalmente não compreender quem e o que eles são. Todos eles são incrivelmente individualistas. Cada um cuida primeiro essencialmente de seus próprios interesses pessoais. Hierarquias rígidas com disciplina severa são a única maneira de manter a coesão. E mesmo assim, o funcionamento interno de suas organizações é bastante bizantino, pois há intrigas intermináveis, punhaladas pelas costas e traições. Então entenda: não é uma organização unificada que abrange o planeta como você imagina. Em vez disso, existem famílias, cada uma operando de forma aproximadamente feudal, dirigida por um "chefe" mais antigo, mesmo que haja, como eu disse, lealdades e pactos entre algumas delas.
Z: Hmm. Ok, acho que agora entendi melhor.
8: Entendeu? Bem, então, responda: Se você fosse Max, o que você desejaria? O que você gostaria de fazer, ou alcançar, ou experimentar, ou ter? O que você gostaria?
Z: É uma pergunta interessante. Na verdade, acho que não desejaria nada. Nada material, de qualquer forma. Eu teria tudo o que precisasse. Provavelmente, acho que aproveitaria minha riqueza e poder encontrando maneiras de ajudar os outros.
8: Você essencialmente começaria a doar?
Z: Sim. Acho que sim.
8: Fico feliz. Assim como os outros ISPs. Pois eles engoliriam seu império inteiro e ficariam ainda mais ricos e poderosos. E nem entrarei nos detalhes do quão difícil você realmente acharia doar seu dinheiro com responsabilidade, para que a doação não causasse mais danos do que soluções, que é outra discussão. O ponto é que você logo se tornaria irrelevante no mundo dos Super Poderosos. Você rapidamente não seria mais muito poderoso. Então tente novamente responder à pergunta. Tente mudar sua perspectiva. Tente se imaginar como alguém que é poderoso assim. Você não teria se tornado tão poderoso se não tivesse sido aperfeiçoado e treinado desde o nascimento para ser o portador desse poder. E sua família não o teria colocado à frente do império se você não tivesse mostrado toda aptidão, capacidade e determinação para carregar esse manto. Cada momento de sua criação, educação e treinamento seria para colocá-lo em competição com outros possíveis herdeiros do trono. Você seria um jogador implacável e brilhante para chegar ao topo do império, que não seria simplesmente colocado no seu colo. Você receberia níveis cada vez maiores de poder e responsabilidade e seria o mais inteligente e o melhor a cada passo.
Z: Hmm. Entendi. Acho que eu competiria com todos no jogo do poder. Depois de competir internamente para ser o chefe do império da minha família; eu competiria com todos os outros. Acho que veria como um desafio para expandir o império da minha família e vencer o jogo da riqueza e do poder.
8: Sim. É uma espécie de jogo para eles. Muitas vezes um jogo incrivelmente cruel. Um jogo sério e mortal para quem fica no caminho deles. Mas ainda assim, um jogo.
Z: Ok. Entendi. Então, se você perguntar do que eu gostaria se me imaginasse no lugar de Max, minha resposta é que eu gostaria de ganhar o jogo. Mesmo que eu tivesse riqueza e poder obscenos, eu desejaria mais. Na verdade, eu gostaria de ter tudo. Assim como todos "no topo", com certeza. Então, desejaria ser o melhor no jogo, superar todos os outros ISPs, ter cada vez mais poder e controle e esmagar todos no meu caminho.
8: Intuitivamente, você vê que seria assim?
Z: Sim, facilmente. Algum tempo atrás eu joguei um jogo de computador chamado "Civilização", onde você começa como chefe de um pequeno império recém-fundado em 6.000 a.C. Você gerencia todos os aspectos do crescimento e desenvolvimento do seu império, o nutre e o vê crescer. Você funda novas cidades e elas crescem. Então você começa a encontrar outros impérios. Você negocia e faz tratados. E tudo vai bem até os recursos começarem a se esgotar. Aí, você não pode mais expandir porque fica cercado por vizinhos. A guerra torna-se inevitável no jogo. Em vez de expandir através do crescimento, você expande pela conquista. Afinal, é apenas uma boa estratégia. É apenas a maneira como você ganha o jogo!
O engraçado é que, como eu estava ganhando porque uma porcentagem suficiente do mundo do jogo estava sob meu controle, eu não queria parar. Eu tinha investido tanta energia e atenção na minha civilização que não queria parar com "bom o suficiente". Eu queria ficar no jogo até que o mundo inteiro fosse meu – até que todos os meus inimigos fossem esmagados – até que nenhum canto do globo não estivesse sob meu controle.
Ops. Acho que revelei muito sobre mim, não?
8: Você revela que você realmente entende o problema do poder. Então você tem compaixão e pode liberar o julgamento. Isso é muito bom.
Agora, diga-me, se você fosse Max, o que você gostaria em relação a todas as pequenas pessoas "na base" da pirâmide? Todas as pessoas comuns que são operários de fábrica, balconistas, assistentes, gerentes de escritório, soldados e afins?
Z: Hum... Acho que gostaria que eles continuassem trabalhando. Para manter a escravidão. E que fizessem o que eu quiser, quando eu quiser. E que não ficassem barulhentos e desobedientes ao longo do caminho.
8: E se eles fossem desobedientes? E se alguns deles parassem de servir à sua vontade? E se eles começassem a perceber o que acontecia? E se um dia alguém olhasse para cima do chão de fábrica e dissesse: "Não gosto muito desse trabalho. Farei algo que adoro em vez disso. Encontrarei minha expressão mais feliz do Eu, descobrirei minha verdadeira natureza e ascenderei deste sistema". E aí?
Z: Bem, isso seria uma má notícia para mim. Porque, obviamente, poderia se alastrar. Se outros vissem alguém fazendo o que ama e sendo feliz, poderiam querer isso também. Rapidamente, todos os meus asseclas estariam com roupas tingidas, fazendo correntes de margaridas e cantando ou algo assim. E não me serviriam mais. E eu perderia no jogo.
8: Mas tudo bem, não? Porque não acontecerá. Pense por um segundo. Quantas pessoas trabalhando como escravas em fábricas, lojas e escritórios no mundo todo podem simplesmente largar e fazer o que querem?
Z: Não muitas.
8: E por quê?
Z: Bem, principalmente porque eles têm dívidas. E mesmo que não tenham, como pagarão por coisas como comida e moradia e assim por diante? E mesmo que possam pagar, e o futuro? E a educação de seus filhos?
8: Exatamente. Então esse é o primeiro ponto. Dívida. Lembre-se de que os indivíduos superpoderosos comandam o show. Eles essencialmente são donos da economia mundial. Certamente são donos de todos os bancos. Então, quanto mais profundamente endividadas as pessoas estão, mais elas trabalham como escravas, nas fábricas, lojas e empresas que também são propriedade dos Super Poderosos.
Z: Uau. Isso é muito chocante. Ou realmente uma ótima estratégia. Dependendo da perspectiva.
8: E isso ainda não é nada. Existem muitas outras maneiras de manter José, o operário, com os olhos no chão da fábrica. A dívida é apenas uma delas. Algumas são ainda mais desagradáveis. Lembra-se do exemplo acima, do ataque do 11 de setembro?
Z: Ah não! Você quer dizer que o ataque do 11 de setembro nada mais é do que um enorme mecanismo de controle para manter as pessoas manipuláveis?
8: O que você acha?
Z: Eu... Ãhn... Espere lá, 8. O que aconteceu com isso de "a história ser menos importante do que a Sua Verdade"? Você diz agora que as teorias conspiratórias são verdadeiras?
8: Não. Estou contando outra história. Nada mais, nada menos. Ou você sentiu em algum momento que eu exigia que você acreditasse em mim?
Z: Mas 8! Qual é o ponto se não é verdade?
8: O ponto? É o mesmo da história que você está contando a si mesmo ao viver sua vida. O ponto é que você se fornece experiências para escolher e criar. Exatamente como eu disse. Estou lhe contando isso para que você atinja o fundo do poço no seu vício pela droga da vítima, para decidir largá-la e criar! Assuma a responsabilidade! Acorde! Descubra quem você realmente é!
Se algo em todas as nossas conversas for válido, você acha que haveria uma única história absoluta por aí? Que não fosse na verdade uma criação... uma ficção... uma peça de teatro elaborada? Sua peça de teatro que você está cocriando!
Z: Então, qual é o valor de me contar sobre os ISPs? Por que não contar uma história da mamãe ganso?
8: Eu poderia. Mas não estaria de acordo com sua experiência. Não seria útil para você. Direi de novo, então, por favor, preste atenção desta vez, ok? Essa parte é realmente importante e você realmente deve prestar atenção:
Não há verdade objetiva em nenhuma história. Existem apenas perspectivas e probabilidades, que todos que jogam cada jogo cocriam juntos. Mas, mesmo assim, cada cocriador tem sua própria perspectiva, experiência e história dentro da história maior. Não existe uma história absoluta que torna qualquer outra história falsa. O que é ok porque, no fim, a história não é importante. Você simplesmente precisa fingir que a história é a coisa mais importante para que o jogo funcione. Mas, como você está saindo do jogo, você pode perceber que a história é simplesmente o meio pelo qual você mostra seu ser interior, projetado em uma realidade externa. Você simplesmente usa o mecanismo da história para descobrir a si mesmo e criar a si mesmo. A história pode ser muito atraente. E é para ser. Mas agora você está pronto para perceber que ela só tem valor no contexto da sua verdade. Fora isso, não tem significado.
E agora você pode entender a história pelo que ela é - algo que você usa para se mostrar algo sobre si mesmo e, dependendo do quanto você gosta ao se ver, você pode fazer novas escolhas sobre si mesmo.
Descubra-se e crie-se. Esse é o ponto de tudo isso.
Então você pergunta por que falo sobre os ISPs. Bem, a resposta é: uso agora a história, sua história, sua realidade cocriada. Conto algo sobre a sua história. Você pode decidir por si mesmo até que ponto é válido o que digo. E aí você decide o que essas informações dizem sobre você. E então como você se criará.
E aí?
Z: Na verdade, estou lutando com isso, 8. Acho que só agora entendi o que você disse sobre "história". E não sei responder. Sinto como se não tivesse mais sentido ouvir essas coisas. Se tudo for inventado ... qual é o sentido de falar sobre isso?
8: Tudo bem, deixe-me ajudá-lo.
Você se lembra de sonhar ontem à noite?
Z: Sim. Na verdade, tive um sonho muito longo e elaborado. Aí acordei, contei a Lisa sobre meu sonho e conversamos sobre ele. Aí acordei de novo! E percebi que ambas as experiências foram um sonho.
8: Muitos experimentam um sonho dentro de um sonho. Se você prestar atenção, verá que se transmitiu uma mensagem muito importante nesses sonhos. Você se mostrou que pode acordar de um sonho e acreditar que está acordado e que o sonho era apenas uma ficção, mas ainda estar dentro de um sonho, onde tudo ainda é apenas ficção. E aí você acorda de novo e...
... e...
Z: Acho que percebi que ainda vivo dentro de uma ficção.
8: Sim. E é uma ficção bastante convincente. Ou seja, você não sente realmente como se existisse um personagem que escolheu o pseudônimo de Zingdad e que está escrevendo um livro chamado Os Documentos da Ascensão?
Z: Sim. Sinto que sou eu.
8: E muitas pessoas ao redor do mundo estão cocriando esta ficção. Eles também acreditam que existe um personagem chamado Zingdad escrevendo o livro chamado Os Documentos da Ascensão. Mas experimentam essa ficção de maneira um pouco diferente. Eles experimentam esse personagem como alguém que mora longe e escreve as palavras que eles leem.
Mas o que aconteceria se todos vocês acordassem agora e percebessem que foi apenas um grande e elaborado sonho que vocês sonharam juntos? Se você percebesse que o personagem Zingdad era apenas o seu personagem no sonho e que você é muito mais? Um criador muito mais poderoso e real. E Os Documentos da Ascensão não fossem um livro que você escrevesse, mas que fosse realmente um dos vários despertares mutuamente acordados que todos vocês organizaram para si mesmos. Como colocar um despertador antes de dormir.
E aí?
Você então acordaria e diria: "Ah, as histórias eram apenas histórias. E as histórias não são importantes e não têm sentido. É tudo apenas lixo. Vamos esquecer e fazer algo real"?
Ou vocês veriam a grande beleza e verdade nessas magníficas histórias épicas que abrangem muitas vidas que cada um de vocês está contando a si mesmo? Vocês se reuniriam e compartilhariam suas experiências e aprendizados? Vocês mostrariam suas histórias uns ao outros? Você amaria e valorizaria as histórias que contou e o significado e o valor que extraiu delas?
Z: Sim. Sim. Entendi.
Essas vidas são nossas histórias, que nós, coletivamente, contamos a nós mesmos. Nós somos os autores do conto e somos os personagens dentro dele. Vivendo essas histórias, descobrimos algumas verdades muito poderosas sobre nós mesmos. E é por isso que as histórias são importantes.
Ok.
Mas então, por que é importante entender sobre os indivíduos superpoderosos?
8: Funciona assim: seus leitores experimentam a realidade de Zingdad em suas vidas porque suas vidas são impactadas pelas suas obras. Eles acreditam que você existe, porque leem este livro. E, como resultado, eles têm opções nesta obra e podem decidir por si mesmos como responderão e se criarão.
Mas como seria experimentar um impacto em sua vida, cuja origem estivesse habilmente escondida de você? Veja, outros seres se experimentam como ISPs. Essa é a ficção que eles se criam nesta história. E as obras deles são bastante difundidas. Você teria que viver muito longe da chamada civilização para evitar totalmente ser impactado pelas obras deles. Mas você luta para decidir sobre o impacto porque ele não é óbvio. E é isso que estou fazendo: ajudo a mostrar o que estava oculto.
Eu disse antes que não há uma única história absolutamente verdadeira. Eu também disse que existem apenas probabilidades e perspectivas. Devo acrescentar agora o seguinte: quanto mais energia é colocada em uma probabilidade específica, mais ela ganha valor. Quanto menos energia é colocada nela, mais ela desaparece na inexistência.
Z: Você quer dizer, quanto mais acreditamos em algo, mais real é?
8: Algo do gênero. Você faz escolhas e, por meio delas, concentra suas energias. Quando você concentra sua energia em algo, você aumenta a criação disso, tornando mais real para si mesmo. Se muitas pessoas se unem e tornam algo real para si mesmas, então isso tem uma probabilidade maior. É assim que funciona um mundo cocriado. E às vezes você é mal direcionado. Vocês são hipnotizados coletivamente para colocar suas energias em coisas que na realidade alimentam algo escondido por trás. Você alimenta uma ilusão e o criador da ilusão também é alimentado.
E é o que acontece aqui. Mesmo que muito poucos de vocês saibam da existência dos ISPs, vocês ainda os trazem para sua realidade muito vívida e poderosamente, concentrando suas energias naquilo que eles apresentam.
Então, gostaria de lhes dizer o que eles fazem e como. Aí você estará ciente. E poderá liberar suas energias disso, e parar de criar isso para si mesmo. A menos, é claro, que você goste, nesse caso... bem, isso depende de você.
Z: Ah. Obrigado novamente por sua paciência, 8. Agradeço por cuidar do meu despertar. Isso realmente começa a fazer sentido para mim.
Estou pronto para voltar à história dos ISPs. Quero saber como eles aparecem na minha história para que fazer melhores escolhas na minha vida.
8: Que ótimo. Muito bem.
Z: Tudo bem, então você dizia algo sobre o ataque do 11 de setembro. Você sugeria que talvez os ISPs estivessem realmente por trás disso? Sério?
8: Sim. Não usei o exemplo do 11 de setembro à toa quando falei de João. Eu mostrava uma história com enredo dirigido pelos ISPs. Isso tem acontecido ao longo de toda a sua história. Um dos melhores métodos dos ISPs para manter seus asseclas servis é alimentar uma guerra. Contanto que as pessoas possam ser convencidas de que existe alguma outra nação maligna, outra religião maligna, outra ideologia maligna, outra maldade qualquer que deseja destruir a elas, sua família e seu modo de vida... Então, com certeza eles estarão dispostos a fazer a parte deles. Talvez eles até sintam que devem se voluntariar para lutar na guerra. E se eles morrerem na guerra, é apenas mais uma razão para todos em sua família ficarem com raiva e cheios de ódio contra o inimigo perverso.
Raiva e ódio... provavelmente são ainda melhores do que a dívida para manter as pessoas na dualidade e separação.
E assim fechamos a quarta parte do capítulo 10, 'O que é o Mal?' Texto original em inglês do Livro 1 dos Documentos da Ascensão https://zingdad.com/publications/books/the-ascension-papers-book-1
Mas sabemos que digerir esses paradoxos e aplicar a Consciência de Unidade no nosso dia a dia nem sempre é um caminho simples de se trilhar sozinho. É por isso que reforço o convite para você não parar por aqui. Se você quer estudar mais a fundo esse material, com gente bem legal espalhada por várias cidades e países, vem conferir nossos Grupos de Estudo: https://www.akashemoto.com.br/estudo
Nos reunimos semanalmente às terças-feiras 20h30 para debater esse material, compartilhar experiências e acolher uns aos outros em um ambiente seguro.