A Verdade Sobre Dúvida e Ascensão, com Zingdad - "Não me diga para ter Apenas Fé!"
- Taís

- 25 de mai.
- 13 min de leitura
Você já se sentiu uma fraude por buscar a espiritualidade, mas ainda ter dúvidas? Já se julgou por não conseguir ter "fé absoluta"?
Começaremos o Capítulo 9 dos Documentos da Ascensão (de Zingdad) para desmascarar uma das maiores neuroses da nossa sociedade: a ideia de que a dúvida é algo ruim ou pecaminoso. Descubra como as religiões tradicionais usaram o "apenas tenha fé" como ferramenta de controle e entenda por que a sua dúvida é, na verdade, uma inteligência saudável tentando lhe proteger.
Se você quer parar de se julgar, aprender a abraçar a incerteza e descobrir o que significa ser um verdadeiro místico — alguém que busca uma conexão direta, pessoal e sem intermediários com o Divino —, este texto é para você.
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Zingdad: 8?
8: Sim?
Z: Estou com um pouco de dificuldade.
8: Certo. Com o quê?
Z: Bem, eu estava relendo o Capítulo 8 e cheguei na parte onde você falou sobre como superei minhas dúvidas e medos a ponto de conseguir receber os Documentos da Ascensão. Quando você disse isso, me senti bem. Mas, entre terminar aquele capítulo e me preparar para começar o próximo, tive um tempo para pensar. E me sinto um pouco uma fraude, porque ainda tenho muitas dúvidas. E quanto mais penso nisso, fico com mais dúvidas. E considerando que já errei no passado, tenho medo de estragar tudo de novo. E aí eu penso nas coisas que você e o Alegria-Divina me contaram e... Por que eu não consigo simplesmente acreditar, sabe? Por que eu não consigo simplesmente ter fé?
Aí me sinto ainda mais uma fraude porque estou aqui escrevendo este livro, recebendo este material e nem eu mesmo tenho fé absoluta nisso! E se até eu tenho dúvidas, como esperar que meus leitores acreditem? E aí penso que devo estar louco porque sei que não conseguiria inventar sozinho tudo dos capítulos anteriores. Sei que não tenho capacidade para isso. Então as palavras devem ser suas e do A-D. Mas então... por que eu ainda duvido? E fico dando voltas e voltas.
Esse é o problema. Não é algo que me atormenta, mas me incomoda e pesa no meu coração. Então, antes de continuarmos com o próximo capítulo, eu realmente gostaria de resolver isso.
Você pode me ajudar?
8: Sim.
Para começar, vamos esclarecer algumas coisas. Primeiro, no último capítulo eu disse que você já liberou uma grande parte de suas dúvidas e medos e é por isso que agora você consegue escrever os Documentos da Ascensão. E é verdade. Você não conseguiria receber essas palavras nem um mês antes de começar. Você começou quando estava pronto. Eu também disse que, como resultado de escrever os Documentos da Ascensão, você liberará o restante dos seus medos e dúvidas para despertar para sua verdadeira natureza criadora.
Você não lembra de eu ter dito isso?
Z: Sim. Parece que foi isso.
8: E se eu disse que liberaríamos o resto dos seus medos e dúvidas, significa que eu sabia que ainda havia alguns e que pretendia lhe ajudar com isso. E aqui estamos, quando você percebe que precisa falar exatamente disso. Bem, é perfeito. Aconteceu no momento perfeito. E não, você não precisa resolver isso antes de voltar a escrever. Resolveremos isso escrevendo o livro e é tão importante quanto qualquer outro tema. Esta conversa, na verdade, é o Capítulo 9.
Z: Sério?
8: Alegria-Divina disse:
"Se você não consegue ver a perfeição, então está perto demais da imagem."
Lembra como isso era verdade no capítulo sobre os Sombrícolas? [ver https://www.akashemoto.com.br/post/deuses-ets-bons-e-maus-por-zingdad]
Z: Lembro.
8: Bem, isso será verdade para você também neste capítulo, que é mais ou menos sobre dúvida. Começaremos com dúvida e terminaremos com você percebendo que é um místico.
Z: Um o quê?
8: Um místico.
Z: Desculpa, ouvi o que você disse. Eu só estava registrando minha confusão. Eu nem sei direito o que é um místico e muito menos como me tornei um falando contigo sobre meus sentimentos de dúvida.
8: Ok. Bem, você tem acesso à Internet no laptop. Gaste cinco minutos para entender rapidamente o que é misticismo e depois volte aqui.
(Faço isso. Eu literalmente levo cinco minutos para ter uma ideia rápida.)
Z: Pelo que consegui entender na Internet, um místico parece ser alguém que busca uma união direta e pessoal com o divino. Alguém que busca (ou encontra) contato com Deus sem a intervenção de doutrinas religiosas. Também há algo sobre um místico ser de "escolas de mistério". Lembro vagamente de já ter ouvido esse termo, mas não faço ideia do que são essas escolas ou do que ensinam.
Então, o misticismo parece ser tudo sobre um grande mistério.
O que é apropriado porque para mim é um pouco de mistério mesmo!
8: Tudo bem. Você adquiriu compreensão suficiente para os propósitos desta discussão.
Em seguida, precisamos de uma breve definição da palavra "mistério", se você puder buscar.
Z: Ok. Vou procurar.
(E faço isso)
Encontrei um significado geral da palavra "mistério":
Um segredo. Algo desconhecido ou não explicado. Algo que desperta curiosidade. Algo que só pode ser conhecido por revelação divina.
E, curiosamente, a palavra deriva originalmente do grego mustēs, que significa um "iniciado".
8: Interessante, não?
Tudo bem. Deixemos isso de lado por enquanto. A seguir, quero abordar diretamente sua dificuldade. Você diz que está lutando contra a dúvida. Você pode me dizer de onde acha que vem a dúvida?
Z: Acho que é do medo.
8: Isso é simplista demais para o meu gosto. Que tal:
"A dúvida surge de um apego à certeza."
Ou eu poderia dizer na negativa:
"A dúvida se origina da resistência à incerteza."
Z: Ok. Quero trabalhar nisso por um momento. Estou incerto sobre muitas, muitas coisas. Por exemplo, estou completamente incerto sobre o que meu vizinho comeu no café da manhã hoje. Mas tudo bem, porque isso não tem importância para mim e não tenho nenhum apego a isso. Por outro lado, também não tenho certeza se algum dia vou experimentar o segundo Evento de Singularidade que A-D me disse que estava chegando. Mas eu realmente quero que isso aconteça, mesmo, mesmo! Mostrará que encontrei meu caminho de volta para casa. Confirmará que estou fazendo as coisas direito. Além de ser a experiência mais maravilhosa e incrível. Então...
8: Então, você está resistindo à sua incerteza. Por um lado, há a empolgação, porque "Uau, que incrível se acontecer". E por outro lado, há o medo, porque "Ah não, e se não acontecer?"
Z: Isso mesmo. É exatamente isso. E é a mesma coisa com todas as informações que recebo de você e do A-D. Não tem realmente como eu sempre saber se está 100% correto. Digo, não sei se essas conversas são apenas minha imaginação. Pelo amor de Deus, nem tenho certeza se você é apenas fruto da minha imaginação.
8: Mas o fato de existir um "eu" aqui dizendo "Eu existo" não é prova suficiente de que eu existo?
Z: Não... Porque o "você" que está aqui, só está “aqui” dentro da minha mente.
8: Mas no capítulo anterior você disse... ah... Deixa para lá. Eu só estava brincando com você, mas claramente você não está no clima.
Z: Ah, tá. Ok, entendi a piada (sorrio um pouco).
Talvez eu possa dar um exemplo mais concreto. Como saber se minha "Experiência na Montanha", por mais incrível que tenha sido, não foi só um caso isolado? Como saber se acontecerá um segundo Evento de Singularidade? E como meus leitores podem saber (se ainda não experimentaram) que algum dia experimentarão um Evento de Singularidade? Como saber de qualquer coisa? Como deixar de duvidar?
8: Então você duvida... E depois se julga por duvidar?
Z: Sim. Porque eu deveria ter fé.
8: Deveria? Quando você encontra algo que não tem certeza, deveria "apenas acreditar"? Tem certeza de que é uma boa ideia?
Se alguém lhe abordasse na rua amanhã e propusesse vender, por meros cem dólares, um creme mágico que transformaria tudo em ouro maciço, você acreditaria nessa pessoa e simplesmente daria o dinheiro?
Z: (rindo) Não, eu pediria para ver funcionar primeiro, claro.
8: Ok, mas seja muito sincero agora: se você visse funcionando, daria o dinheiro para ele?
Z: Na verdade, não. Não acredito que exista um creme mágico que possa transformar as coisas em ouro. Não é possível. Como alguém poderia transformar átomos não de ouro em ouro? A não ser com reações nucleares ou algo assim? Como alguém adicionaria ou removeria o número exato de partículas atômicas de cada átomo para transformar em um átomo de ouro? Não tem sentido. Se eu visse uma demonstração totalmente convincente , assumiria que era um ilusionista muito talentoso que ou usava suas habilidades para dar o golpe em tolos com dinheiro ou, talvez, que eu estava em alguma pegadinha elaborada.
Pensando bem, a única circunstância em que eu entregaria o dinheiro seria se ele me deixasse usar essa substância mágica para criar mil dólares em ouro com qualquer tralha sem valor, vender, dar o dinheiro para ele e aí sair com o creme mágico.
8: É inteligente da sua parte. Sua astúcia foi muito útil em sua vida, permitindo que você tomasse boas decisões e raramente se aproveitassem de você ou lhe fizessem de bobo. Então é boa e útil. E essa inteligência só surge quando você elabora corretamente sua incerteza. Você começa com as informações apresentadas. Depois, você pesa as coisas que não sabe ou entende contra o que sabe. Se você conseguir resolver sua incerteza com o que já sabe, muito bem. Se não, mas não importar muito (como no exemplo do café da manhã do vizinho), então você ignora. Mas se realmente importa – e o exemplo do creme que poderia lhe deixar rico certamente importa – então você fica na dúvida. No nosso exemplo, você conduziu sua dúvida por um processo de compreensão para decidir não comprar o creme mágico.
O que você não fez foi apenas acreditar. Apenas ter fé e entregar o dinheiro.
Então minha pergunta é: por que você espera se comportar de forma diferente sobre ideias e conceitos compartilhados por A-D e por mim?
Z: Que interessante. Não sei por quê.
8: Então vou lhe contar o porquê. Na sua mente, você separa coisas "reais" de coisas "espirituais". E coisas "reais" precisam de provas reais, enquanto você sente que só precisa ter fé e acreditar nas coisas "espirituais". A razão é que você está sofrendo de um dos efeitos da religião. A maioria das religiões do seu mundo trabalha muito para propagar a noção de que a dúvida é "ruim". Bem, não é. É ruim para os negócios deles! Se você pertence a uma religião e começa a duvidar, você percebe que as respostas que a religião oferece não lhe satisfazem. O que eles apresentam, que você não sabe ou não entende, não pode ser resolvido, na sua mente, com o que você sabe. E como para você a verdade sobre Deus e sua alma eterna é algo muito importante, você não consegue ignorá-la. Você precisa saber. Aí você duvida. O problema para as religiões surge se você for atrás das suas dúvidas. Pois você pode muito bem encontrar respostas que realmente lhe satisfaçam em outro lugar. E se você encontrar respostas melhores fora dessa religião, pode muito bem sair dela e parar de fazer o que ela manda. E deixar de ser controlado pela agenda mais ampla dos líderes daquela religião. E, claro, parar de lhes dar dinheiro. Portanto, não estranha que líderes religiosos não gostem muito de pessoas duvidando e seguindo suas dúvidas para buscar respostas novas e diferentes das fornecidas. Por isso, eles desenvolvem uma estratégia bastante astuta: dizer às pessoas que a dúvida é ruim, que é evidência de uma mente perversa ou do diabo em ação. Fazendo com que as pessoas se sintam muito mal por duvidar. Então, quando as pessoas têm dúvidas e incerteza, se sentem tão mal que não procuram respostas. Pois consideram a simples existência da dúvida como prova de seu pecado inato. E aí eles trabalham ainda mais para serem "bons". Na maioria das vezes, eles se tornam fanáticos em relação à fé como forma de lidar com a dúvida. Esperto, hein?
Z: Talvez. Mas não é nada legal, né?
8: Se você acha que as religiões se propagam pelo seu mundo sendo "boazinhas", então você é extremamente pouco observador. Não digo que os ensinamentos originais sobre os quais as religiões foram fundadas não contenham nenhum bem, pois claramente contêm. E não digo que não haja também algum bem feito em nome de várias religiões, porque claramente há. Mas se você ignorar que o principal propósito da religião é ser uma ferramenta de poder e controle das massas, então você enfiou a cabeça na areia.
Mas este capítulo não é realmente sobre religião. E eu não sou contra as religiões em si, porque elas têm um papel a desempenhar e ninguém é realmente vítima . No momento, só quero dizer que a religião teve um efeito generalizado na formação da sua psique planetária. E considerando que questionar conceitos espirituais é bastante contrário aos interesses da religião, não surpreende que você tenha uma resposta negativa pré-programada à dúvida.
"Não duvide, apenas tenha fé!" dizem. Mas em qualquer outra área da vida, se você apenas acreditar no que dizem, acaba sendo enganado e roubado. E assim, nasce uma pequena neurose, quando você diz a si mesmo:
"Só preciso ter fé em assuntos espirituais, mas em todos os outros assuntos, preciso manter a cabeça fria e confiar na minha própria experiência".
[Neurose é um termo usado na psicologia para descrever um conjunto de sofrimentos emocionais ou mentais que causam angústia, ansiedade ou conflitos internos, mas sem perda de contato com a realidade.]
Mas isso é claramente tolice! Não deveria haver nada mais real do que sua espiritualidade, certo? Sua própria natureza mais verdadeira – seu eu espiritual – deveria ser a coisa mais real de todas! Então, por que você não deveria sempre confiar na sua própria verdade e na sua própria experiência?
Então agora temos que desfazer parte dessa programação. Precisamos conciliar espiritualidade com a vida real. Temos que tirar os clérigos e suas doutrinas que ficam entre você e sua alma, entre você e o UM; o Deus Fonte do qual você é, na verdade, parte inseparável. Que bobagem é essa de você ter que buscar outra pessoa com textos antigos para saber o que está no seu coração; que está tão próximo de você quanto sua própria respiração?
Z: Isso realmente parece uma ideia estranha.
8: É apropriado para quem busca entrar mais fundo na dualidade, pois assim criam um estado de vítima para si mesmos. Eles se afundam cada vez mais na dualidade dizendo: "Eu não tenho minha própria verdade, outra pessoa deve tê-la por mim." Por isso, eles sempre buscam especialistas para dizer o que é verdade: clérigos, políticos, advogados, médicos, cientistas e assim por diante. As autoridades precisam dizer o que está na realidade deles. Mas para quem busca ascender desta densidade, não é assim. Quem desperta certamente pode levar em conta a perspectiva de outro ser; você pode compartilhar e aprender com eles. Mas sua conexão com Deus, a Divindade e a Unidade só pode ocorrer de forma direta e pessoal.
Para os que ascendem, é apropriado parar de tentar separar a "espiritualidade" da "vida". Para quem desperta, toda a vida se torna "espiritual". Por exemplo, para nós aqui nas densidades superiores da consciência, não existe conceito como "espiritualidade" ou "religião" porque tudo é "espiritual". E a religião – sendo um conjunto de doutrinas e crenças às quais devemos aderir – nos é totalmente inútil. Veja, tudo é feito em relação com o UM. Tudo está a serviço de Deus. Não precisamos pensar nisso, nem tentar ser piedosos, nem reservar um tempo para isso. Simplesmente, não temos como fazer de outra forma.
Então, deixe-me encerrar meu ponto aqui e dizer o seguinte: libere seu julgamento sobre si mesmo por duvidar. Esse julgamento é desnecessário, contraproducente e causa dor. Você duvida, simplesmente, porque não sabe. Deixe-me usar seu próximo Evento de Singularidade como exemplo. Quando Alegria-Divina lhe explicou e você entendeu que estava chegando e o que isso significava, foi natural se sentir animado e feliz com a possibilidade. Também é bastante natural pensar nisso e começar a se perguntar. E descobrir que você "não sabe" é incerteza.
Agora, se você mantivesse fervorosamente a esperança de que fosse verdade, talvez até acreditando que precisava que fosse verdade para ficar bem, então focaria na incerteza. E se apegaria a ela. Viraria uma dúvida persistente. E se isso já não fosse ruim o bastante, você também decidiria que a dúvida em si era ruim.
Ao fazer isso, você cria uma neurose. Você duvida, mas acha que a dúvida é ruim, então tenta parar de duvidar, mas não consegue criar certezas, então duvida ainda mais. E assim você entra em uma espiral que eu chamo de "dúvida debilitante".
Lembra que uma das verdades derivadas no último capítulo foi "O que você dá é o que recebe de volta"?
Z: Sim, lembro.
8: E a consequência é a afirmação igualmente verdadeira: "O que você resiste, persiste."
Z: Certo.
8: Então, se você duvida, pode fazer algo a respeito, ou pode focar na própria dúvida. Se você focar na dúvida em si e lutar contra ela, então ela "persiste" e você recebe mais dela. E com o julgamento de que a própria dúvida está errada, é praticamente garantido que você focará na dúvida. E será muito provável que você tenha um ataque de "dúvida debilitante".
Aí, você dá voltas e mais voltas. E continua duvidando e se sentindo mal. Tudo porque, em algum lugar dentro de você, reside o pensamento de origem que você não pode duvidar.
Perverso. Estranho. E não muito útil.
Z: Uau, hein? Entendi. Ok. Então eu gostaria de me livrar desse julgamento. Talvez seja aceitável eu duvidar se experimentarei outro Evento de Singularidade algum dia...
8: Deixemos de lado por um momento os detalhes das suas dúvidas. Vejamos melhor o que está acontecendo nos bastidores.
Você conhece o futuro?
Z: Bem... Não.
8: Você tem alguma certeza sobre o que vai acontecer no futuro?
Z: Não.
8: Você sente que tem controle sobre o futuro?
Z: Não.
8: Você tem conhecimento direto e pessoal do que A-D e eu compartilhamos com você nessas conversas?
Z: Não. Se eu tivesse, não precisaria que você me contasse.
8: Então, não há como você ter certeza dessas coisas dentro de si mesmo neste momento?
Z: Não.
8: Então é isso. Você tem incerteza, que é completamente razoável nessas circunstâncias. O problema está no seu apego. Você quer ter certeza sobre essa informação. Mas você ainda não entendeu que não pode realmente ser assim. Você não deve simplesmente acreditar e ter fé nas coisas que A-D e eu contamos, e talvez ainda menos no que Adamu contará! Soubemos que tudo isso é verdade como resultado de nossas experiências. E como isso não faz parte da sua experiência, compartilhamos com você, sabendo que você reagirá com surpresa, espanto e admiração. São nossos presentes, que você pode testar e ver se também são bons e adequados para você. À medida que sua jornada se desenrola, você pode usar nossos dons como ferramentas para seu próprio crescimento.
O que estou dizendo é que, no cerne da questão, estamos apenas oferecendo nossas perspectivas. Você decide as formas que usará esses dons para criar a si mesmo e à sua realidade. Não podemos criar para você. E não podemos tirar de você seu direito de criar algo diferente do que criamos para nós mesmos. Isso seria absurdo. Alegria-Divina, 8 e Adamu não são os criadores do seu mundo e certamente não são responsáveis pelo que você e todos na Terra criarão ou não.
Então, até que você crie uma experiência e a torne verdadeira para si mesmo, tudo o que fizemos foi lançar luz sobre distintas possibilidades para você. Assim, até que você tenha criado algo tão verdadeiro para si mesmo, sua incerteza é correta, boa e saudável.
Mas não é saudável para você se apegar a resultados incertos e, pior ainda, se julgar por estar incerto. Não é errado escolher isso. Só não lhe leva para onde você quer. E lhe machuca. Como eu disse, é pouco saudável.
Z: Entendi, 8. Então eu gostaria de parar com isso, de ficar preso aos meus apegos ao que não tenho certeza. E se eu tiver dúvidas, gostaria de parar de me julgar por isso.
8: Excelente. Ajudarei com isso neste capítulo. Ajudarei você a entender melhor a incerteza. Ensinarei sobre seu poder e magnificência. O resultado não será que você não terá mais incerteza ou que nunca mais duvidará. O resultado será que você abraçará sua incerteza e aprenderá a usá-la de maneiras maravilhosas e novas. Você passará a vê-la como um presente incrível.
Texto original em inglês no Capítulo 9 do Livro 1 dos Documentos da Ascensão https://zingdad.com/publications/books/the-ascension-papers-book-1